Macher Tecnologia na CPDP LATAM 2026

Macher Tecnologia patrocina a CPDP LatAm 2026 e participa de painel sobre Governança de IA e Respostas a Incidentes, reforçando seu compromisso com LGPD, privacidade e proteção de dados.

A Macher Tecnologia participa de mais uma edição da CPDP LatAm, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento de uma cultura sólida de privacidade, proteção de dados, segurança da informação e governança de Inteligência Artificial no Brasil.

Assim como foi nossa participação em 2025, além de apoiar o evento como patrocinadora, a Macher Tecnologia também participa diretamente dos debates da conferência. Alexandre Antabi, fundador da empresa, integra o painel “Governança de IA e Respostas a Incidentes”, contribuindo com uma visão que conecta tecnologia, desenvolvimento de software, cibersegurança, LGPD e gestão de riscos.

A participação reforça uma atuação que vai além da conformidade documental: para a Macher Tecnologia, privacidade, segurança e governança precisam fazer parte dos processos, das decisões de negócio e do próprio ciclo de vida das soluções digitais.

CPDP LatAm 2026 reúne especialistas em privacidade, tecnologia e governança de dados

A CPDP LatAm 2026 reúne especialistas, autoridades, empresas, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os principais desafios relacionados a dados, privacidade, tecnologia, regulação e inovação.

A conferência acontece no Rio de Janeiro e se consolidou como um dos espaços relevantes da América Latina para debates sobre proteção de dados pessoais, inteligência artificial, soberania digital, governança e cooperação regulatória.

Para a Macher Tecnologia, apoiar novamente a CPDP LatAm representa uma oportunidade de contribuir para um ecossistema no qual empresas, profissionais de tecnologia, especialistas jurídicos, reguladores e academia possam trocar experiências e desenvolver abordagens mais maduras para a proteção de dados e o uso responsável de novas tecnologias.

Macher Tecnologia patrocina novamente a CPDP LatAm

O participação no evento reforça a relação da Macher Tecnologia com o ecossistema de privacidade e proteção de dados.

Ao longo dos últimos anos, a empresa tem apoiado organizações na implementação de programas de conformidade, evolução da maturidade em privacidade, segurança da informação e estruturação de processos de governança.

Esse trabalho inclui desde projetos de Consultoria e Adequação à LGPD até serviços contínuos de DPO-as-a-Service, além de iniciativas relacionadas a segurança, desenvolvimento de software, gestão de riscos e governança tecnológica.

Acreditamos que privacidade e proteção de dados não devem ser tratadas apenas como requisitos jurídicos. Elas precisam estar conectadas a processos, tecnologia, pessoas e decisões de negócio.

Governança de IA e respostas a incidentes

Durante a CPDP LatAm 2026, Alexandre Antabi participa do painel “Governança de IA e Respostas a Incidentes”.

A discussão parte de uma premissa importante: governança de Inteligência Artificial não é exclusivamente uma questão jurídica ou regulatória.

A IA está cada vez mais presente no desenvolvimento de software, atendimento ao cliente, recursos humanos, marketing, análise de dados, segurança, operações e processos decisórios.

Isso amplia significativamente a superfície de risco das organizações.

IA e desenvolvimento seguro de software

Uma das preocupações está no uso crescente de ferramentas de IA por desenvolvedores.

Soluções de geração de código podem aumentar significativamente a produtividade, mas também podem introduzir bibliotecas desatualizadas, dependências vulneráveis ou implementações inseguras.

O fato de um código funcionar corretamente não significa que ele seja seguro.

Por isso, práticas de Secure SDLC, revisão humana, SAST, SCA, secret scanning, gestão de dependências e outras ferramentas especializadas continuam sendo fundamentais mesmo quando parte significativa do desenvolvimento é realizada com apoio de IA.

A Macher Tecnologia também atua na adequação de sistemas e aplicações à LGPD, conectando requisitos de privacidade, desenvolvimento de software, arquitetura e segurança.

Vibe coding exige atenção especial antes da produção

Outro fenômeno relevante é o chamado vibe coding, que permite que pessoas com pouca ou nenhuma experiência em desenvolvimento construam aplicações funcionais utilizando Inteligência Artificial.

Esse movimento possui enorme potencial para inovação, prototipação e empreendedorismo. Entretanto, existe uma diferença importante entre uma aplicação estar funcional e estar preparada para produção.

Configurações inadequadas de bancos de dados, permissões excessivas, ausência de controles de acesso e falhas de arquitetura podem criar riscos significativos, especialmente quando aplicações passam a tratar dados pessoais, credenciais, informações financeiras ou outros dados sensíveis.

Por isso, acreditamos que soluções criadas com IA também precisam passar por processos independentes de revisão de arquitetura, testes de segurança e validação humana antes de chegarem ao ambiente produtivo.

Governança de IA precisa nascer junto com a solução

Na Macher Tecnologia, aplicamos à Inteligência Artificial um princípio que aprendemos durante anos trabalhando com privacidade, segurança e desenvolvimento de software: governança precisa fazer parte do ciclo de vida da solução e não aparecer apenas no final.

É uma lógica semelhante aos conceitos de Privacy by Design e Security by Design.

Quando uma organização deixa para avaliar riscos apenas depois que uma solução já está implantada, normalmente o custo de correção aumenta e, em alguns casos, o impacto já pode ter ocorrido.

Por isso, defendemos uma abordagem baseada em inventário, classificação de risco, definição de controles proporcionais e acompanhamento contínuo.

Inventário e classificação de riscos

Existe uma regra simples: não é possível governar aquilo que a organização não sabe que existe.

Muitas empresas já utilizam IA em CRM, atendimento, desenvolvimento de software, marketing, recursos humanos, plataformas Microsoft, Google e diversos sistemas SaaS sem possuir uma visão consolidada desses usos.

O primeiro passo deve ser identificar onde a IA está sendo utilizada, quais dados estão sendo tratados e quais decisões ou ações podem ser influenciadas por esses sistemas.

A partir daí, os casos podem ser classificados por nível de risco e receber controles proporcionais.

Uma IA utilizada para melhorar um texto interno não deveria possuir o mesmo nível de governança de uma solução que analisa candidatos, acessa informações financeiras ou influencia uma decisão relevante sobre uma pessoa.

Pessoas continuam sendo parte essencial da governança

Governança de IA também depende de conscientização.

Colaboradores precisam saber quais ferramentas são homologadas, quais tipos de dados podem ou não ser inseridos em soluções públicas ou privadas e quais situações exigem avaliação adicional.

Por isso, políticas devem ser simples, acessíveis e aplicáveis no dia a dia.

Treinamentos, testes, comunicação contínua e exemplos práticos ajudam a transformar governança em comportamento, e não apenas em documentação.

A Macher Tecnologia também produz conteúdos e iniciativas relacionados a Inteligência Artificial, privacidade e proteção de dados, apoiando empresas na evolução de sua maturidade nesse tema.

Incidentes de IA não são apenas vazamentos de dados

Outro ponto importante do painel é a necessidade de ampliar a forma como organizações enxergam incidentes relacionados à Inteligência Artificial.

Um incidente de IA pode ocorrer sem que um único dado pessoal seja vazado.

Um sistema pode produzir uma recomendação inadequada, um agente pode executar uma ação indevida, uma ferramenta pode criar código vulnerável ou um modelo pode gerar uma informação incorreta com impacto financeiro, reputacional ou sobre direitos de uma pessoa.

Por isso, cenários envolvendo IA precisam começar a fazer parte dos processos de gestão de riscos, segurança, continuidade de negócios e resposta a incidentes.

O Brasil precisa de regulação, mas também de proporcionalidade

A evolução regulatória da Inteligência Artificial também faz parte desse debate.

Acreditamos que o Brasil pode aprender com experiências internacionais, incluindo o AI Act europeu, mas deve adaptar essas referências à sua própria realidade econômica e tecnológica.

Startups, pequenas empresas e empresas de médio porte precisam conseguir implementar governança de maneira proporcional ao risco.

Ainda existem organizações que enxergam a LGPD principalmente como burocracia, e não como instrumento de confiança, segurança e competitividade. O desafio da governança de IA será também demonstrar esse valor.

Uma solução de IA mal projetada pode gerar decisões erradas, discriminação, vulnerabilidades, exposição de informações e danos financeiros ou reputacionais capazes de comprometer a própria continuidade de uma empresa.

Por outro lado, uma regulamentação excessivamente complexa também pode produzir efeitos indesejados.

Uma regra que apenas uma Big Tech consegue cumprir pode acabar aumentando a concentração do mercado em vez de reduzir riscos.

Por isso, regulação, conscientização e inovação precisam caminhar juntas.

Como a Macher Tecnologia pode apoiar sua organização

A Macher Tecnologia atua de maneira multidisciplinar na intersecção entre privacidade, proteção de dados, segurança, tecnologia e negócios.

Para empresas que precisam estruturar ou evoluir seu programa de privacidade, oferecemos Consultoria e Adequação à LGPD, incluindo análise de gaps, mapeamento de processos, desenvolvimento de políticas, gestão de riscos e suporte à implementação de controles.

Também oferecemos DPO-as-a-Service e suporte ao DPO interno, apoiando atividades como relacionamento com titulares e ANPD, ROPA, RIPD/DPIA, avaliação de fornecedores, políticas, treinamentos e acompanhamento contínuo da conformidade.

Na área de tecnologia, apoiamos organizações na adequação de sistemas e aplicações à LGPD, além de iniciativas relacionadas a desenvolvimento seguro, revisão de controles, Privacy by Design, Security by Design e governança de aplicações.

Também ajudamos empresas na criação de políticas para uso seguro de Inteligência Artificial, inventário de casos de uso, conscientização de colaboradores, classificação de riscos e integração entre governança de IA, privacidade e segurança da informação.

Nossa participação e patrocínio à CPDP LatAm 2026 reforçam esse compromisso: contribuir para que privacidade, proteção de dados e governança de IA deixem de ser percebidas apenas como obrigações regulatórias e se tornem componentes de confiança, inovação, segurança e sustentabilidade dos negócios.

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